O que é uma análise
Um espaço regular, confidencial, em que você fala sobre o que vier — e sobre o que custa vir. Aos poucos, o que parecia confuso ganha contorno — e aquilo que se repetia começa a poder ser dito de outro modo.
Atendimento para quem busca, no próprio tempo, nomear o que ainda não tem palavra — e escutar o que insiste.
Acredito que cada pessoa carrega, em sua história, palavras que pedem tempo para serem ditas.
Sou Michele, psicóloga e psicanalista. Meu trabalho parte da ideia de que há sentido naquilo que insiste — no sintoma, na angústia, no que se repete sem que saibamos bem por quê. Para mim, atender é abrir um espaço protegido, no qual algo novo possa ser construído a partir daquilo que precisa ser dito. É nesse espaço que ofereço uma escuta clínica ética, cuidadosa e comprometida com a singularidade de cada sujeito e com aquilo que, em sua história, ainda pede elaboração.
Não há fórmulas nem técnicas rápidas. O que existe é um encontro regular, em que a palavra livre é o instrumento principal. Através da fala, aquilo que insiste como sintoma, sofrimento ou repetição pode encontrar novos sentidos. O tempo da análise é o tempo de cada pessoa — e é justamente esse tempo que dá sentido ao que parecia confuso, paralisado ou repetitivo.
Um espaço regular, confidencial, em que você fala sobre o que vier — e sobre o que custa vir. Aos poucos, o que parecia confuso ganha contorno — e aquilo que se repetia começa a poder ser dito de outro modo.
Encontros de até 50 minutos, em frequência semanal. Sem roteiro: você fala, eu escuto — e intervenho quando algo pede para ser pontuado.
Para adolescentes e adultos que sentem que algo precisa ser elaborado — não necessariamente em crise. Pode ser um sofrimento agudo, uma travessia ou simplesmente a percepção de que algo, na própria vida, pede para ser escutado.
A mente que não desliga, a preocupação constante, o sono que escapa. Compreender o que está por trás e encontrar mais leveza no dia a dia.
Vínculos amorosos, familiares e de trabalho. O que se repete e o que pode ser diferente.
Perdas que pedem palavra — pessoas, projetos, versões de si que ficaram para trás.
Mudanças de cidade, de carreira, de etapa. Atravessar com mais escuta e menos pressa.
Sensação de estagnação, perda de sentido, dúvidas sobre o que se quer da própria vida.
Aquilo que volta sem explicação aparente — no corpo, no sono, nas relações. O que insiste tem o que dizer.
Esta não é uma lista fechada. Se algo do que você atravessa hoje não cabe em uma dessas categorias, pode caber em uma conversa.
As dúvidas mais comuns estão reunidas aqui. Para qualquer outra pergunta, o WhatsApp está à disposição.
Em geral, semanal — esse é o ritmo que permite que o trabalho avance e que aquilo que aparece em uma sessão possa ressoar até a próxima. Em alguns momentos, conforme avaliarmos juntos, a frequência pode ser maior.
Sim. O sigilo é um pilar ético da profissão (Código de Ética do Psicólogo, art. 9º) e da prática psicanalítica.
Não há uma duração pré-definida. Algumas pessoas chegam para atravessar um momento específico; outras seguem por mais tempo, em um processo mais longo de elaboração subjetiva. O início, o meio e a chegada de um ponto de pausa são sempre construídos a dois.
Os valores são combinados na primeira conversa.
Pelo WhatsApp. Marcamos uma primeira conversa, em que você me conta o que está buscando e tiramos as dúvidas práticas. A partir daí, se fizer sentido para os dois, agendamos as sessões seguintes.
As sessões online acontecem por vídeo, em uma plataforma segura, com a mesma frequência e duração das presenciais. Você precisa apenas de um lugar tranquilo, com privacidade, conexão estável e fones de ouvido. Muitas pessoas alternam entre presencial e online conforme a rotina.
A primeira conversa serve para nos conhecermos, entender o que você procura e ver se faz sentido seguirmos juntos.